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  minha voz se dirige aos filhos dos homens.
5. Entendei, ó simples, a prudência; e vós, loucos, entendei de coração. 6. Ouvi, porque proferirei coisas excelentes; os meus lábios se abrirão para a eqüidade.
7. Porque a minha boca proferirá a verdade; os meus lábios abominam a impiedade.
8. Em justiça são todas as palavras da minha boca; não há nelas nenhuma coisa tortuosa nem perversa.
9. Todas elas são retas para o que bem as entende e justas, para os que acham o conhecimento.
10. Aceitai a minha correção, e não a prata, e o conhecimento mais do que o ouro fino escolhido.
11. Porque melhor é a sabedoria do que os rubins; e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela.
12. Eu, a Sabedoria, habito com a prudência e acho a ciência dos conselhos.
13. O temor do SENHOR é aborrecer o mal; a soberba, e a arrogância, e o mau caminho, e a boca perversa aborreço.
14. Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento, minha é a fortaleza. 15. Por mim, reinam os reis, e os príncipes ordenam justiça.
16. Por mim governam os príncipes e os nobres; sim, todos os juízes da terra.
Provérbios 947
17.Euamoosquemeamam,eos que de madrugada me buscam me acharão.
18. Riquezas e honra estão comigo; sim, riquezas duráveis e justiça.
19. Melhor é o meu fruto do que o ouro, sim, do que o ouro refinado; e as minhas novidades, melhores do que a prata escolhida.
20. Faço andar pelo caminho da justiça, no meio das veredas do juízo.
21. Para fazer herdar bens permanentes aos que me amam e encher os seus tesouros.
22. O SENHOR me possuiu no princípio de seus caminhos e antes de suas obras mais antigas.
23. Desde a eternidade, fui ungida; desde o princípio, antes do começo da terra.
24. Antes de haver abismos, fui gerada; e antes ainda de haver fontes carregadas de águas.
25. Antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros, eu fui gerada.
26. Ainda ele não tinha feito a terra, nem os campos, nem sequer o princípio do pó do mundo.
27. Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando compassava ao redor a face do abismo;
28. quando firmava as nuvens de cima, quando fortificava as fontes do abismo;
29. quando punha ao mar o seu termo, para que as águas não trespassassem o seu mando;
 









































































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