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23. O temor do SENHOR encaminha para a vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e não o visitará mal nenhum.
24. O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à boca.
25. Fere o escarnecedor, e o simples tomará aviso; repreende ao sábio, e aprenderá conhecimento. 26. O que aflige a seu pai ou afugenta a sua mãe filho é que envergonha e desonra.
27. Cessa, filho meu, ouvindo a instrução, de te desviares das palavras do conhecimento.
28. A testemunha de Belial escarnece do juízo, e a boca dos ímpios engole a iniqüidade.
29. Preparados estão os juízos para os escarnecedores e os açoites para as costas dos tolos.
Provérbios 20
1. O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio.
2. Como o bramido do leão é o terror do rei; o que provoca a sua ira peca contra a sua própria alma. 3. Honroso é para o homem o desviar-se de questões, mas todo tolo se entremete nelas.
4. O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega e nada receberá.
Provérbios 961
5. Como águas profundas é o conselho no coração do homem; mas o homem de inteligência o tirará para fora.
6. Cada qual entre os homens apregoa a sua bondade; mas o homem fiel, quem o achará?
7. O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
8. Assentando-se o rei no trono do juízo, com os seus olhos dissipa todo mal.
9. Quem poderá dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou de meu pecado!
10. Duas espécies de peso e duas espécies de medida são abominação para o SENHOR, tanto uma coisa como outra.
11. Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra for pura e reta.
12. O ouvido que ouve e o olho que vê, o SENHOR os fez a ambos. 13. Não ames o sono, para que não empobreças; abre os teus olhos e te fartarás de pão.
14. Nada vale, nada vale, dirá o comprador, mas, indo-se, então, se gabará.
15. Há ouro e abundância de rubins, mas os lábios do conhecimento são jóia preciosa.
16. Aquele que fica por fiador do estranho tira a sua roupa e penhora-a por um estranho.
17. Suave é ao homem o pão da mentira, mas, depois, a sua boca

